Mudar! Essa é a solução
Assisti ao belíssimo filme “Orgulho e Preconceito” e fiquei pensando em como nossa vida é mesquinha e fútil. O filme conta a história de irmãs que cresceram com a idéia de se casarem seja com quem for. Apoiadas pela mãe, uma mulher de inteligência medíocre que tinha como principal ocupação casar as filhas, elas se dedicavam a procura de um marido como exceção de uma que, embora tenha crescido nesse meio, não buscava um homem e sim um verdadeiro amor. Amor esse que quase foi perdido por orgulho e preconceito
Esse filme me fez pensar um pouco sobre nosso comportamento. Quantas vezes deixamos escapar belíssimas pessoas, belíssimas histórias por motivos tolos. Vivemos negando tudo que é novo por medo de viver intensamente o que nos é dado de presente
A verdade é que o comodismo tomou o lugar da aventura e do desafio. Nos conformamos com tudo aquilo que é imposto pela sociedade, ou pior que isso – nos conformamos com tudo que é oferecido – porque nada é imposto. Somos uma sociedade livre (babacas livres) e acreditamos que podemos mudar tudo com esses pensamentos falidos
Crescemos com a idéia do modelo padrão que não deixa nada ser diferente daquilo que foi ditado e registrado pelo nosso consciente.
De fato, quem espera sempre alcança?
O habito faz o monge?
Diga-me com quem andas que te direis quem és?
Duvidemos um pouco
Não podemos transferir experiências. Confesso que acho isso ótimo. Imagine se nossa vida fosse um replay da vida dos outros? Talvez fosse bom para aquelas pessoas que adoram iniciar as frases de aconselhamento com um “eu, se fosse você...”
Assistindo ao filme fiquei pensando que é hora de mudar e encarar as coisas de frente esquecendo padrões, se livrando das frases feitas e acreditando que a nossa história é única.
Precisamos nos livrar desse bando de ladainhas cretinas, pois só assim viveremos amores intensos, paixões vibrantes, experiências inesquecíveis, conheceremos pessoas incríveis. Enfim, viveremos com toda intensidade e valor que pudermos. E quem sabe, num futuro breve, diremos: Não tenho orgulho! Não tenho preconceito!
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Um comentário:
Caralho!
Desculpe,mas esta é a melhor palavra que define o que li, sua estréia no CMR foi em alto e bom estilo, destas pessoas do começo era, fina, elegante e sincera!
Pensei que era a nossa jornalista quem falava e qdo vi seu nome, caramba me surpreendeu, vc escreve mto bem!
Seja bem vinda!
Ah, estranho seria se eu não me apaixonasse por vc..." Hei, vc é legal" hahaha
bjs
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